Mitos sobre bolsas de maternidade - o que é ou não verdade
Quando o assunto é bolsa de maternidade, não faltam opiniões. Amigas, mães, avós, grupos de WhatsApp - todo mundo tem uma teoria sobre qual é a melhor, o tamanho ideal ou se você realmente precisa de uma.
Mas nem tudo que se ouve por aí é verdade, por isso, vamos analisar os principais mitos e mostrar o que realmente importa na sua escolha.
Mitos sobre bolsas de maternidade - o que é ou não verdade
Mito 1: qualquer bolsa grande serve
Não é só uma questão de tamanho, já que bolsas comuns não têm os compartimentos específicos que facilitam a vida com um bebê.
Você pode até usar uma bolsa normal, mas vai ter trabalho procurando a chupeta no meio de fraldas, ou ter que lidar com a pomada misturada com lenços umedecidos.
Por isso, escolher peças bem pensadas vai além das divisórias de organização para os itens do bebê.
Algumas das outras comodidades são: o bolso térmico para mamadeira, espaço impermeável para roupas sujas, compartimento para fraldas e muito mais.
Essa organização faz muita diferença quando você precisa trocar o bebê rapidamente em um banheiro público, por exemplo.
Mito 2: quanto maior, melhor
Uma bolsa gigante vira um armário ambulante, já que você coloca tanta coisa que fica pesada demais para carregar.
O ideal é encontrar o tamanho que caiba o necessário para o tempo que você vai ficar fora, mas sem exageros.
Para passeios curtos de 2-3 horas, uma frasqueira ou bolsa pequena resolvem.
Já para o dia todo, uma bolsa média é suficiente! As peças enormes só fazem sentido para viagens ou situações específicas.
Lembre-se: você vai carregar isso nos ombros ou pendurado no carrinho, portanto, o peso importa.
Mito 3: mochila é melhor que bolsa
Aqui depende do seu estilo e necessidade, já que a mochila deixa as mãos livres e distribui melhor o peso nos dois ombros, muito indicado para quem tem problemas nas costas ou carrega o bebê no colo com frequência.
Em contraponto que a bolsa de alça dá acesso mais rápido aos itens, assim, você não precisa tirar das costas toda hora.
Para quem usa muito o carrinho e pendura a bolsa nele, a de alça pode ser mais prática, portanto, não existe um modelo universalmente melhor, mas aquele que funciona melhor para você.
Mito 4: só vai usá-la por alguns meses
A fase de carregar a bolsa cheia de coisas dura bem mais que alguns meses, afinal, as fraldas você vai precisar até os 2-3 anos.
Mas, lanchinhos, água, brinquedos e trocas de roupa continuam necessários por muito mais do que isso.
E mesmo depois que o filho cresce, a bolsa pode virar sua aliada de academia, de fim de semana ou de viagem.
Muitas mães continuam usando por anos para outras finalidades, portanto, o tempo de uso é bem maior do que parece no início.
Mito 5: preciso de um kit completo
Aqueles kits completos são muito úteis, mas no dia a dia, você usa a bolsa principal e talvez uma frasqueira.
Por isso, é melhor comprar o que você realmente precisa. Comece com uma bolsa boa e, se sentir necessidade, adicione outros itens depois.
Lembre-se que no final das contas a funcionalidade importa mais que aparência, assim como qualidade ao invés de quantidade.
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